sexta-feira, 17 de julho de 2009

Mão.

Uma mãozinha, ás vezes a gente precisa de uma né não?
Pra perceber meu real estado de espírito, eu tive que sobreviver o dia de hoje. Percebi que queria rir e me divertir, vi que eu queria... eu queria. Mas não deu. Algo simplesmente me barrou, me prendeu ali atrás, enquanto todos riam e se divertiam lá na frente. E eu não tava pensando em absolutamente nada. Nada. Ali eu vi, o quão chata eu sou, o quão chata eu tô. Como eu envelheci nos últimos meses... como eu perdi algumas coisas, fui largando e esqueci onde.
E agora, meu amigo, o que você me diz? Esse mundo já é ruim, e nós insistimos em fazer ele ainda pior! E apesar de tudo, no final, só precisamos de uma mãozinha. Mas não acho que seja possivel alguém estender a mão sem perceber que tem algo errado. Mas se alguém te estende a mão sem saber as dificuldades, as coisinhas chatinhas que você anda passando, você deve aceitar, sem ser seletivo. Estou certa?
Aiai, tanto pra se pensar, pra se resolver...
Agora, imagino que você me conhece mais do que as pessoas que passam horas comigo. Até mais do que minha mãe. Você tá me lendo aqui, sou eu em palavras. O que é horrivel, pois uma amiga me disse que ela se deparou com tristeza ao ler as coisas aqui...
Não sei o que dizer mais, só sei que preciso seguir esse ciclo... me lembro de quando correr me fazia bem.

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