terça-feira, 27 de julho de 2010

Lembrança de mim.




Eu amo lembrar como chegamos onde nos encontramos nesse exato momento.
Tão bom pensar no que passou, no que ficou marcado, e saber que ficou marcado porque tudo mudaria naquele instante.
Tudo mudou naquele instante.
Tanta coisa deu errado, e eu sinto falta de certos fatos, de certos gritos e de certos atos. De certas palavras e sorrisos.
E a música dos seus desejos guia a alma que fica em sua busca incesável pelo impensável, pelo incansável sentimento de grandeza e pela procura de um significado.
Aí, o que eu queria de volta. O fluxo de palavras não medidas, a força da mente solta, a vontade das mãos e da escuridão que aqui reside.
Essa vontade de explodir todos eles, de amarrar todas elas e de abraçar o sorriso.
Aquele sorriso.
E todos os livros, e todos os sussurros, e todas as trilhas.
Extremamente espalhado, intensamente confuso. E o jogo de palavras confunde, e o toque alucina.
Volta o alvo, a cândida lembrança de um, de todos. A alva lembrança de mim.

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