terça-feira, 19 de agosto de 2008
...
"os dois andavam de mãos dadas por todo lugar, ela e o seu x... ele era o x para o seu solitário coração y. E eles continuavam andando de mãos dadas mostrando pra todos sua felicidade, era o que ela queria ter sonhado a muito tempo, mas não só isso, ela queria que aquele fosse seu unico sonho que tivesse se tornado realidade. O seu x era so o que ela precisava, e aquele nome continuava a pulsar na sua cabeça ('x, x, x, x, x, x, x!'). Quando ela abriu os olhos ainda nao havia percebido que nao era real, pensava que tinha acontecido, e quando percebeu que nao era real, fechou os olhos e começou a chorar. porque seu subconciente tinha que provoca-la assim? Porque todos tinham que provoca-la assim? Era como segurar areia nas mãos, mas invés de areia é todo o amor que ela tinha. Todo amor que ela queria. E as coisas que ela queria de volta, que foram tiradas seu concentimento? Por exemplo, seu orgulho e integridade. Oh céus, estava caindo ainda mais, aos poucos, parte por parte, pois ela tinha agora, duas preocupações, o seu Ele e o seu X... e ela via no horizonte de suas preocupações, mais um surgir... e era um antigo que havia a deixado em pedaços que ela nao conseguia colar até hoje..."
terça-feira, 12 de agosto de 2008
'Ele está tão perdido. É como uma criança no meio de uma multidão. Ele quer tanto que todos amem as coisas que ele ama, assim como ele as ama. Ele está desesperado por ter que ficaá sem uma parte das pessoas que ama. Uma parte que pesa, porque são as pessoas que ele mais ama. Então ele vê que assim como os outros estavam indo, ele estava também.
É quase a hora de partir bebê, você está confortável?
Não, ainda dói.
E a dor que ele sente é física, mas ele a transforma em psicológica, a cabeça lateja... Porque ele não ouviu ninguém antes? Antes daquela dor horrivel se instalar dentro dele? Era como um parasita que tirava deles, noites de sono, que o fazia querer compartilhar com todos ao seu redor o que estava acontecendo. Ele falava pra quem desejasse ouvir, ele tinha medo de se despedir, de falar o que era inadiável. Mas ele repetia pra ela,e só pra ela 'Não posso te deixar sozinha, como você vai ficar sem mim?'. Ela não seria nada sem ele. Ela o via perdido, não conseguia amar o que ele amava tanto quanto ele queria que ela amasse, via o desespero dele e o dela surgirem simultâneamente. A pessoa quem ela mais amava e quem ela mais precisava ia simplesmente...
'Não consigo ver a solução.'
'Se acalme bebê, a noite já vai chegar pra tirar de você o seu motivo para abrir os olhos de manhã. Está preparada bebê?'
'Não, ainda dói'.
A dor dela é apenas psicológica, mas ela a transforma em física. O coração na mão, doendo. Porque ele não a ouviu? Ela o via sofrer, o ouvia contar várias vezes sobre o seu sofrimento... Sobre a sua dor. A dor dele, era a dor dela, e ela não queria se despedir. Não agora. Ele é ela, ela é ele. Eram duas metades de um só, cresceram juntos, e a dor de se separar pode ser maior do que eles mesmos imaginam. Um não existe sem o outro.'
É quase a hora de partir bebê, você está confortável?
Não, ainda dói.
E a dor que ele sente é física, mas ele a transforma em psicológica, a cabeça lateja... Porque ele não ouviu ninguém antes? Antes daquela dor horrivel se instalar dentro dele? Era como um parasita que tirava deles, noites de sono, que o fazia querer compartilhar com todos ao seu redor o que estava acontecendo. Ele falava pra quem desejasse ouvir, ele tinha medo de se despedir, de falar o que era inadiável. Mas ele repetia pra ela,e só pra ela 'Não posso te deixar sozinha, como você vai ficar sem mim?'. Ela não seria nada sem ele. Ela o via perdido, não conseguia amar o que ele amava tanto quanto ele queria que ela amasse, via o desespero dele e o dela surgirem simultâneamente. A pessoa quem ela mais amava e quem ela mais precisava ia simplesmente...
'Não consigo ver a solução.'
'Se acalme bebê, a noite já vai chegar pra tirar de você o seu motivo para abrir os olhos de manhã. Está preparada bebê?'
'Não, ainda dói'.
A dor dela é apenas psicológica, mas ela a transforma em física. O coração na mão, doendo. Porque ele não a ouviu? Ela o via sofrer, o ouvia contar várias vezes sobre o seu sofrimento... Sobre a sua dor. A dor dele, era a dor dela, e ela não queria se despedir. Não agora. Ele é ela, ela é ele. Eram duas metades de um só, cresceram juntos, e a dor de se separar pode ser maior do que eles mesmos imaginam. Um não existe sem o outro.'
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